13/09/2013

26 alimentos que prejudicam a saúde do seu animal de estimação



Chocolate. A metilxantina e a teoromina são substâncias existentes no chocolate e que actuam como um tóxico para os animais, induzindo o vómito.
Muitas pessoas pensam que o chocolate é somente nefasto para um cão se for ingerido em grandes quantidades, desconhecendo que cerca de 200 gramas bastam para matar um cão de grande porte. A intoxicação é distribuída pelo tipo de chocolate — o de culinária é o mais tóxico — e o tamanho do animal, tornando os cães pequenos mais vulneráveis ao perigo. Independentemente desses factores, não deve dar nunca este alimento aos seus animais. Veja-se que os gatos também apresentam sintomas de envenenamento, apesar de serem mais intensos nos cães.


Caroços de damasco. Assegure-se que elimina os caroços desse fruto em segurança para o seu animal não correr o risco de engoli-la: as probabilidades de sufocar ao tentar engolir o caroço é alta, podendo levá-lo à morte.


Álcool. É uma substância que mata mais facilmente um cão ou um gato do que um ser humano. Os sintomas de intoxicação são similares aos das pessoas quando encontram-se alcoolizadas, desde vómitos, problemas respiratórios, passando pelo coma e, nas piores situações, morte.


Abacate. Contém uma toxina fungicida denominada persina que, apesar de inofensiva para os seres humanos, ataca o coração e o estômago dos cães, gatos, aves, coelhos e hamsters. Sintomas como diarreia e vómitos são bastante frequentes.


Macadâmia. Fraqueza, hipertermia e vómitos são alguns sintomas listados após a ingestão do fruto ou de algum produto que o contenha. No cão, o sistema nervoso e muscular são afectados.


Uvas e passas. Ambas são muitíssimo perigosas: uma dose surpreendentemente ínfima pode causar falência renal.


Xilitol. Encontrado como adoçante em bastantes produtos quotidianos, causa uma queda abrupta no sangue, resultando em convulsões, fraqueza e insuficiência hepática.


Sementes de maçã. Por conterem cianeto são extremamente perigosas para os animais, podendo matá-los por mais insignificante que a dose aparente ser. Pode dar maçã ao seu animal de estimação, desde que retire cuidadosamente as sementes.


Caroços de cereja. Ficam alojados na garganta do animal, podendo causar problemas a nível do esófago e do estômago. Asfixia é o sintoma principal que os animais apresentam.


Café. O café tem como princípios químicos activos a teobromina e a cafeína. Estes dois elementos tornam-se perigosos para os animais, provocando colapsos cardíacos. Não só o café deve ser colocado longe dos animais, assim como qualquer alimento que o contenha.


Alho. O alho danifica gravemente as hemácias (células vermelhas presentes no sangue). Letargia, cansaço físico e urina com cor escura — nomeadamente laranja ou vermelho escuro — são potenciais sinais de que o animal consumiu alho. Não ignore estes sintomas, pois, bastantes casos de intoxicação com alho exigem transfusões sanguíneas.


Pastilha elástica. Acidentalmente podemos deixá-las ao alcance dos animais que, com a sua curiosidade infinita, arriscam-se a bloqueios no esófago e no intestino.


Cogumelos. Possuem toxinas que afectam o sistema digestivo dos cães, podendo levá-los à insuficiência hepática. Diarreia e vómitos são os principais sintomas. Não devemos oferecer os restos da nossa comida aos animais de estimação mas, caso tenha esse hábito, certifique-se que não há um cogumelo à vista. Se residir numa habitação com quintal, veja regularmente a existência de cogumelos e retire-os puxando-os para cima. Nunca os sacuda, pois os esporos espalhar-se-ão com mais facilidade e darão lugar a mais cogumelos.


Cebola. Contém sulfóxidos e dissulfetos, causadores de problemas graves nas hemácias dos animais, podendo levá-los à anemia. Mais uma vez, se tiver como costume dar as sobras da sua comida, que esta não tenha cebola.


Folhas de ruibarbo. Terrivelmente tóxicas para os cães devido à substância presente designada como oxalato. Tal substância é absorvida pela corrente sanguínea, oferecendo problemas múltiplos aos animais.


Sal. O seu consumo excessivo causa sede e urina excessivas, bem como diarreia, vómitos, hipertermia, etc. Também pode causar depressão, tremores e convulsões. A etapa final do excesso de sal é o envenenamento devido aos iões do sódio, podendo levar o animal à morte.


Chá. Assim como o café, o chá contém teobromina e cafeína, possibilitando problemas cardíacos fatais. Preste sempre atenção quando está a aquecer chá e guarde o chá seco em potes ou caixas bem fechadas.


Nozes. Causam indisposição gastrointestinal e obstrução. Por conterem produtos químicos produzidos pelos fungos, como as micotoxinas tremorgénicas, são igualmente responsáveis por problemas neurológicos e convulsões.


Massa com fermento. Quando consumida por animais de pequeno porte podem expandir e produzir uma nuvem de gás no sistema digestivo, causando uma dor excruciante e possível ruptura do estômago e dos intestinos.


Alimentos com mofo. Encontrados facilmente nos caixotes do lixo — sabendo nós que, para um cão, são um paraíso para o seu olfacto e paladar — os alimentos mofados têm um número alto de toxinas causadoras de vómitos e de diarreias. Nunca ofereça comida já estragada aos animais e não permita que divirtam-se no lixo.


Caroço de pêssego. À semelhança dos caroços de cereja, os de pêssego criam problemas no sistema digestivo e intestinal dos animais.


Folhas e caule de tomate. Por conterem tomatina podem causar reacções químicas graves, como irritação gastrointestinal, fraqueza e ataxia.


Sementes de mostarda. Provocam gastroenterite, devido à alta toxicidade que as devidas apresentam para os animais.


Lúpulo. Utilizado na produção de cerveja, o lúpulo é uma flor pertencente a uma planta denominada Humulus Lupulus. É o segredo do aroma presente na cerveja, que no entanto provoca um aumento da frequência cardíaca nos animais e convulsões, podendo até mesmo causar a morte.


Pimenta. Membranas mucosas como os olhos, o nariz e o ânus são bastante vulneráveis a esta especiaria.


Ossos. Para além de poderem ferir a boca do animal, tendem a enterrar-se na garganta e/ou no estômago, causando sérias complicações.


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