03/01/2014

A experimentação animal contribui para os avanços da medicina humana?*



1) Menos de 2% das doenças humanas (1.16%) são observadas em animais. Mais de 98% destas nunca afectam animais.

2) De acordo com o antigo executivo científico de Huntingdon Life Sciences, os testes em animais e os resultados em humanos têm alguma concordância apenas “5 a 25% das vezes.”

3) Entre as centenas de técnicas disponíveis alternativas à experimentação animal, os testes de toxicologia em cultura de células apresentam taxas de exactidão de 80 a 85%.

4) 92% dos medicamentos que passam nos testes em animais falham imediatamente quando testados em humanos porque são inúteis, perigosos ou ambos.

5) As doenças mais comuns no mundo Ocidental são o cancro pulmonar (devido ao tabaco) e doenças cardíacas. Nenhuma pode ser reproduzida em animais de laboratório.

6) Num estudo de 2004 realizado por médicos no Reino Unido, foi demonstrado que 83% desejavam ver realizada uma avaliação científica independente, relativa à relevância que a experimentação animal tem em doentes humanos. Menos de 1 em 4 (21%) confiavam mais em testes em animais que em métodos alternativos.

7) A eficácia da avaliação das causas do cancro humano em ratos é de 37%. Os cientistas afirmaram: mais valia termos lançado uma moeda ao ar.

8) Os roedores são, quase sempre, os animais utilizados nos estudos relativos ao cancro. Estes animais nunca desenvolvem carcinomas, a forma humana de cancro que afecta membranas (por exemplo: cancro do pulmão). Os seus sarcomas afectam osso e tecido conjuntivo: os dois são completamente diferentes.

9) Os resultados dos testes em animais são radicalmente alterados pelas rotinas de alimentação, luz, ruído, temperatura, técnicos de laboratório e acomodamento. Diferenças de acomodamento provocaram taxas de aparecimento de cancro de mais de 90% e quase 0% na mesma espécie de ratos, em laboratórios diferentes.

10) As diferenças de sexo em animais de laboratório conduzem a resultados contraditórios. Isto não é verificado em humanos.

11) 75% dos efeitos secundários identificados não ocorrem em animais.

12) Mais de metade dos efeitos secundários não podem sequer ser detectados em animais de laboratório.

13) Foi provado que o Vioxx tinha um efeito protector no coração de ratos, cães, macacos e outros animais de laboratório. Foi relacionado com ataques de coração e AVC’s em mais de 139,000 humanos.

14) Animais geneticamente modificados não são como os humanos. O rato mdx, que deveria apresentar distrofia muscular, aparesenta antes uma regeneração muscular mesmo na ausência de tratamento.

15) O rato-CF (geneticamente modificado) nunca apresenta infecções em fluidos pulmonares – a causa da morte de 95% dos doentes com fibrose cística.

16) Nos E.U.A., 106,000 mortes por ano são causadas por reacções adversas a medicamentos.

17) Todos os anos 2.1 milhões de americanos são hospitalizados devido a tratamentos médicos.

18) No Reino Unido estima-se que 70,000 pessoas por ano morrem ou ficam gravemente incapacitadas devido a reacções inesperadas a medicamentos. Todos eles passaram nos testes em animais.

19) No ‘UKs House Of Lords’ foram feitas várias questões relativas ao facto das reacções a medicamentos (que passaram nos testes em animais) matarem mais pessoas que o cancro.

20) Num congresso de médicos alemães foi concluído que 6% de mortes e 25% de doenças eram causadas por medicamentos, todos eles testados em animais.

21) De acordo com um estudo extremamente meticuloso, 88% dos natimortos são causados por medicamentos que passaram nos testes em animais.

22) 61% dos defeitos de nascença tiveram a mesma causa.

23) 70% dos medicamentos que causaram defeitos de nascença são seguros quando utilizados em macacas grávidas.

24) 78% dos químicos que afectam e prejudicam os fetos podem ser detectados com apenas um teste alternativo.

25) Milhares de produtos seguros provocam defeitos de nascença em animais de laboratório – incluindo água, várias vitaminas, óleos vegetais e oxigénio. Em mais de 1000 substâncias que são perigosas para animais de laboratório, mais de 97% são seguras para humanos.

26) Uma das cirurgias que mais vidas salva (em casos de gravidez ectópica) foi atrasada 40 anos pela vivissecção.

27) O conceituado Dr. Hadwen afirmou: se se tivesse confiado na experimentação animal, a humanidade estaria privada da grande benção da anestesia.

28) A aspirina falha em testes em animais, bem como a digitalis (medicamento cardíaco), medicamentos para o cancro, a insulina (que causa defeitos de nascença em animais), a penicilina e outros medicamentos. Todos eles teriam sido banidos se a vivissecção tivesse sido levada em conta.

29) As transfusões de sangue foram atrasadas 200 anos pelos testes em animais.

30) A vacina para a poliomielite foi atrasada 40 anos pelos testes em macacos.

31) 30 vacinas para o vírus do V.I.H., 33 medicamentos para tratamentos da coluna e mais de 700 tratamentos para AVC’s foram desenvolvidos em animais. Nenhum funciona em humanos.

32) Apesar de vários prémios Nobel terem sido atribuídos a vivissectores, apenas 45% defendem que a experimentação em animais é essencial.

33) Foi perguntado ao Director da “Research Defence Society” (cujo único propósito é defender a vivissecção) se os avanços na medicina poderiam ser conseguidos sem recorrer à experimentação animal. A resposta escrita foi: de certeza que é possível.



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